sexta-feira, 13 de maio de 2016

Erosão causa danos em cano e moradores reclamação da situação


No bairro Chácara dos Poderes, uma erosão próxima a um cano de água tem causado dor de cabeça aos moradores locais. Sempre que chove forte a terra escorre e o cano quebra. Nesta semana a situação aconteceu e foi consertada pela concessionária de água, mas ontem o problema voltou.
A situação é que a  água limpa jorra no meio da terra, em um local onde há erosão provocada pela chuva. “Como os canos estão soltos a pressão da água quebra o cano”, explica um morador que preferiu não de identificar.
Além de chamar a atenção para o desperdício, o morador reclama de ter que arcar com a conta de água. “Me preocupo porque é água que poderia ser consumida. Deveriam consertar a erosão e reforçar os canos para que não volta a acontecer”, acrescenta o morador.
A Águas Guariroba afirma que enviou uma equipe ao local na noite de ontem e os funcionários foram orientados a reforçar o conserto para que não volte a vazar, mas a assessoria acrescentou que é necessário um reparo na erosão para minimizar os riscos, algo que não é de responsabilidade da concessionária.
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Postado por: Ygor I. Mendes

quarta-feira, 11 de maio de 2016

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Postado por: Ygor I. Mendes


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Mais de 3 mil clientes seguem sem luz em Porto Alegre devido a temporal

Mais de 3 mil pessoas seguem sem luz nesta terça-feira (2) em Porto Alegre, devido ao temporal da última sexta-feira (29), quando ventos de aproximadamente 120 km/h atingiram a cidade. Do total, 390 estão com o fornecimento cortado desde a tempestade, segundo a CEEE, concessionária de energia responsável pela cidade.

Os bairros com maior número de consumidores sem energia são a Cidade Baixa (276 clientes), Petrópolis (239), Santana (146), Menino Deus (106) e Floresta (100). Conforme a empresa, o serviço já foi reestabelecido a 98% dos consumidores.
Já o fornecimento de água voltou a normalidade em 95% das casas, conforme o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Demae). Entretanto, não são apresentados números de clientes sem água, apenas porcentagens. A previsão é que o fornecimento de água e luz seja reestabelecido na quarta-feira (3).
Situação "próxima da normalidade" em ruas e avenidas, segundo EPTC
Nas ruas e avenidas de Porto Alegre, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) classificava a situação "próxima da normalidade". Conforme a última atualização da empresa, às 19h, existiam 25 interrupções no trânsito: sete bloqueios totais e 18 parciais (pequenos desvios). Uma hora antes, eram 27 pontos.
Chuva e ventania 
O temporal, que teve ventos de quase 120 km/h, derrubou postes de luz e arrancou centenas de árvores, provocando diversos transtornos. Parte do teto de pelo menos um posto de combustíveis e dois centros de compras desmoronaram. A falta de denergia elétrica causou também a interrupção da distribuição de água.

No dia seguinte, a prefeitura recebeu o apoio da Brigada Militar e do Exército para auxiliar na recuperação da cidade. Além de 40 militares, 80 presos do regime semiaberto ajudam na remoção dos entulhos. Mais de mil toneladas de detritos já foram recolhidas das ruas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Tempestade no Sul atrai a atenção de um caçador de raios; confira

Fotógrafo de Londrina vem se especializando em captar imagens de tempestades. Foto já ganhou concurso nacional promovido pelo INPE.

A chuva dos últimos dias na região Sul veio acompanhada de muitos raios. Um fenômeno natural que pode causar acidentes graves, transtornos, mas que também atrai a atenção de um caçador de raios.
A tempestade que avança sobre o norte do Paraná é sinal de perigo para a empresa de energia.
“A gente já fica preocupado. A questão é a consequência das chuvas, ventos e raios que danificam nossa rede elétrica e podem desligar consumidores”,afirma o gerente de operações, Luiz Roberto Ferreira.
Na central de distribuição, técnicos monitoram a queda de raios por meio de radares. E é em tempo real. Em um mapa, cada pontinho representa uma descarga. E foram mais de 20 mil de sexta-feira para cá, só na região de Londrina.
“É muito importante para a gente prever, precaver, preparar as equipes nossas para não pegar de surpresa”, diz o gerente de operações, Luiz Roberto Ferreira.
A ameaça para a rede elétrica também abre uma janela para a arte. Um fotógrafo de Londrina sempre trabalhou com eventos, mas de um ano e meio para cá, vem se especializando em captar imagens de tempestades. Virou um caçador de raios.
Aas lentes ficam apontadas para um cenário privilegiado. "Eu tenho um espaço muito grande, onde eu consigo enquadrar a cidade e eu tenho um espaço grande para o raio cair”, diz o fotógrafo Fedrizzi Júnior.
São muitas madrugadas em claro para conseguir boas imagens.
“Eu pego, por exemplo, uma hora da manhã e fico até o dia clarear", conta o fotógrafo.
Foi em um plantão, em agosto do ano passado, às 5h, que Júnior fez um flagrante. A foto ganhou um concurso nacional promovido pelo INPE - Instituto Nacional De Pesquisas Espaciais. O clarão que rasga o céu Londrina correu o mundo.
“Até na China ela foi parar. Pelo tanto de imagem que a gente conhece, pela cultura que a gente tem, eu falei: ‘isso aqui é algo grande, não é um rainho’”, diz.
O fotógrafo segue de olho nas tormentas. O desafio é clicar a composição perfeita, com raio maior e ainda mais intenso.
“Eu acredito que ele um dia aparece. Se ele aparecer eu estou preparado”, diz.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Chuva no feriadão em SC superou o esperado para o mês de outubro

Risco de alagamentos e mar agitado persiste em Santa Catarina.
Mais de 30 cidades e 4,4 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas.

Do G1 SC
Rio do Sul teve pontos de alagamentos neste sábado (Foto: Sílvio Andrade/ Divulgação) 
Rio do Sul teve pontos de alagamentos neste sábado (Foto: Sílvio Andrade/ Divulgação)
A chuva registrada em Santa Catarina desde quinta-feira (8) atingiu nesta terça-feira (13) acumulados acima de 100 mm em todas as regiões, de acordo com a Epagri/Ciram. No Norte, Serra e Sul, a chuva superou o esperado para todo mês de outubro.

De acordo com o órgão, em Campo Belo do Sul, na Serra, o volume de chuva alcançou 206,4 mm. Para esta semana, a previsão é de mais chuva no estado. Conforme a Defesa Civil, o risco de alagamentos e mar agitado persiste em Santa Catarina até quarta-feira (14).

Alerta
Nesta terça-feira (13), as ondas podem chegar a 2,5m e, com isso, dificultar o escoamento da água da chuva dos últimos dias. Além disso, há risco para navegação em embarcações de pequeno e médio porte.

Em locais próximos a desembocaduras de rios, a Defesa Civil recomenda atenção especial, como na Rodovia Diomício Freitas, o CentroSul e praias do Sul da Ilha, em Florianópolis. O alerta se aplica também à avenida Atlântica de Balneário Camboriú, Barra Velha, Araranguá e Laguna.

Porto fechado desde sexta
O canal de acesso ao Porto de Itajaí está operando com restrições desde sexta-feira (9) por causa da forte correnteza. Na manhã desta terça-feira, cinco navios e um rebocador aguardavam para ingressar no porto.

Municípios afetados
Até a manhã desta terça-feira, 33 municípios catarinenses sofreram danos causados pela chuva e 4.432 pessoas foram afetadas. Um homem morreu, vítima de uma descarga atmosférica. Lebon Régis, no Oeste, decretou situação de emergência.

Moradores do Vale do Itajaí e Norte de Santa Catarina aguardam os rios baixarem nessas regiões para deixar os abrigos e voltar para casa.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

14 cidades de SC registram danos causados pelas fortes chuvas

Aulas foram suspensas em escolas municipais e estaduais de Lages
Segundo Defesa Civil, o maior volume de chuva deve ser nesta sexta (9).

Do G1 SC
Ao menos 14 cidades catarinenses foram afetadas pela chuva forte e temporais que caíram entre quinta (8) e sexta-feira (9). Segundo a Defesa Civil, o maior volume de chuva deve ser registrado nesta sexta, pricipalmente no Oeste, Litoral Sul, Serra e Vale do Itajaí.

Vendaval, granizo, queda de árvores e até destalhamento de casas foram os problemas comunicados às autoridades pelos municípios.

Abelardo Luz, Lebon Régis, São Miguel do Oeste, São Carlos, Itapiranga, Xanxerê, Lages, Campo Belo do Sul, Timbó, São João do Oeste, Anchieta , Campo Erê, São Bento do Sul e Bom Jesus do Oeste eram os municípios afetados pela chuva em Santa Catarina até as 7h desta sexta.
Granizo em Lebon Régis (Foto: Reprodução/RBS TV) 
Lebon Régis decretou situação de emergência
(Foto: Reprodução/RBS TV)
Situação de emergência
Em Lebon Régis um homem morreu, vítima de uma descarga elétrica, e 1500 pessoas acabaram prejudicadas pela chuva.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Voluntários de Lebon Régis, uma chuva constante caiu durante toda madrugada desta sexta no município do Oeste. Na noite de quinta, a cidade já havia decretado situação de emergência, de acordo com a Defesa Civil, depois de ter sido atingida durante cerca de cinco minutos por uma forte de chuva de granizo.
Até esta manhã, 300 famílias, de todos os bairros da cidade, segundo os bombeiros, solicitaram lona, depois de terem tido as casas destelhadas. Ao todo, são 6 mil m² de lona para proteção. A orientação das autoridades tem sido para que as pessoas cubram os móveis, mas evitem subir nos telhados, por causa dos riscos de acidentes.
Aulas suspensas
Em Lages, na Serra, a chuva causou enxurradas e alagamentos. As autoridades decidiram suspender as aulas das redes estadual e municipal.

Os municípios de Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta e São José do Cerrito precisaram suspender as aulas das escolas da rede estadual. As atividades serão retomadas depois do feriado, na terça-feira (13), segundo a 27ª Gerência Regional de Educação, com sede em Lages.

Na manhã desta sexta, São João do Oeste suspendeu as aulas nas escolas municipais, em função dos problemas nas estradas da zona rural.
No Oeste, o município de Itapiranga está em alerta com o rio Uruguai. Conforme os bombeiros, o rio sobe cinco centímetros por hora e se chegar a 7,35 metros atingirá pontes e tornará algumas regiões intrafegáveis.
Imagem feita do helicóptero da Polícia Militar mostra cidade de Lages alagada (Foto: Polícia Militar/Divulgação) 
Imagem mostra cidade de Lages alagada na quinta-feira (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
Mais cidades afetadas
Nesta sexta, seis casas foram afetadas pela queda de granizo em São Bento do Sul, de acordo com a Defesa Civil. Na cidade de Bom Jesus do Oeste um vendaval causou estragos em residências.

Na quinta-feira, Abelardo luz e Itapiranga foram atingidas por vendavais. Chuvas torrenciais atingiram São Miguel do Oeste com pontos de alagamentos. São Carlos teve registro de enxurrada e locais isolados pelo risco de deslizamentos.

Xanxerê registrou alagamentos e chegou a ter pontos isolados. O cenário era semelhante em Campo Belo do Sul. No Vale do Itajaí, a cidade de Timbó foi afetada por tempestade e teve problemas com o abastecimento de energia elétrica.
Na região Oeste de Santa Catarina, choveu em quase todos os municípios nesta quinta e na madrugada desta sexta-feira. Em Anchieta, várias árvores caíram, no trevo da cidade. Sete postes de energia elétrica e cinco de telefone também caíram com a força do vento.
Em São Carlos, cinco casas foram alagadas e dois pontos de deslizamentos de terra. Em Compo Erê, houve a queda de 40 eucaliptos numa propriedade rural, eles atingiram gados. Dois bois acabaram morrendo.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Temporal destelha casas e deixa pelo menos 300 casas alagadas em Santa Maria
 
No bairro Campestre do Menino Deus, parte do CTG Poncho Branco desabou com a força da água
Temporal destelha casas e deixa pelo menos 300 casas alagadas em Santa Maria Paula Barbieri/Arquivo Pessoal
No bairro Campestre do Menino Deus, em Santa Maria, os alagamentos chegaram a encobrir carros e casas. Um CTG desabou no local Foto: Paula Barbieri / Arquivo Pessoal
A Região Central é uma das áreas mais atingidas pela chuva no Estad. Pelo menos 800 famílias foram atingidas por alagamentos.

Em Santa Maria, mais de 300 casas foram alagadas. A Defesa Civil trabalha na remoção das famílias das residências. São pelo menos nove bairros atingidos no município: Chácara das Flores, Urlândia, Caturrita, Passo das Tropas, Patronato, Camobi, Campestre Menino Deus, Km3 e Jardim Berleze.


No bairro Tomazetti, ruas estão alagadas. Foto: Rogério Perobelli/Especial

Famílias precisaram ser resgata pelos bombeiros por volta das 5h desta quarta. Os casos aconteceram na Rua Luís Castanha na Vila Schirmer e no Passo das Tropas. Na Estação das Flores, no bairro Km 3, o rio Vacací-Mirim transbordou e, de acordo com moradores, chegou a levar algumas casas.

Na Vila Lídia, uma pontilhão também foi derrubado pela força da água e pelo menos 15 casas estão ilhadas. Conforme moradores, a Rua Ângelo Berlezze, em Camobi, também está com as ruas tomadas pela água.

Um ponte da subestação da CEEE está interompida devido ao nível d'água. O mesmo acontece na Estrada do Kipper, um dos acessos ao distrito de Arrio Grande. A RS-511 também está bloqueada.

Oito famílias estão ilhadas na localidade de Passo dos Macacos, localidade que fica entre Itaara e São Martinho da Serra. Segundo moradores, tanto as pontes que levam para os dois municípios foram encobertas pela água. Uma delas, já estava em estado precário há dois anos, por conta de uma enchente.

No Campestre do Menino Deus, moradores relatam que o CTG Poncho Branco desabou em cima de casas. Não há informações sobre feridos.


No bairro Campestre, árvores foram derrubadas com a força da chuva. 

Pelo menos três colégios de Santa Maria também foram afetados pela chuva. A Escola Municipal Darcy Vargas, no bairro Rosário, está com as aulas suspensas por problemas na rede elétrica e alagamentos.

O Centro de Educação Infantil Casa da Criança na Rua Venâncio Aires, no bairro Passo D'Areia, também suspendeu as aulas já que as salas foram tomadas pela água. O Colégio Cilon Rosa, na Avenida Presidente Vargas, teve de reunir turmas em uma mesma sala, pois o bloco 2 da escola está com 12 salas alagadas.

O posto de saúde do bairro São José cancelou os atendimentos nesta quinta-feira em função dos alagamentos no local.

Quatro viaturas do Corpo de Bombeiros percorrem os bairro de Santa Maria, com 14 profissionais que prestam atendimento às famílias atingidas.

De acordo com a estação meteorológica do Grupo RBS, já passa dos 217mm o acumulado de chuva no bairro Patronato .