quarta-feira, 11 de abril de 2012

Chuva piora e toda cidade de SP entra em estado de atenção (Postado por Lucas Pinheiro)

Toda a cidade de São Paulo entrou em estado de atenção às 16h20 desta quarta-feira (11) por conta do temporal. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura, as últimas regiões a entrarem em atenção foram as zonas Oeste e Centro, às 16h10, e Norte e Sudeste, às 16h20. A Zona Leste, a Marginal Tietê e as regiões da subprefeitura da Vila Maria e Vila Guilherme, na Zona Norte, estavam em atenção desde as 14h45.

Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a cidade tinha dez os pontos de alagamento às 16h30, sendo cinco intransitáveis: na Avenida Santo Amaro, na esquina com as avenidas Roque Petroni Júnior e Jornalista Roberto Marinho, na Avenida Roque Petroni Júnior com a Rua Cancioneiro Popular, na Rua Frei Bertoldo com Avenida Ayrton Petrini e na Avenida Professor Abraão de Morais. Nesta última, pessoas empurram seus carros tentando retirá-los da enchente.

O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da cidade, fechou para pousos e decolagens às 15h55 por conta do mau tempo. Segundo a Infraero, a pista foi reaberta às 16h42.

As linhas 1 - Azul, 2 - Verde e 3 - Vermelha do Metrô operavam com velocidade reduzida nos trechos a céu aberto por conta da chuva. De acordo com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a tempestade não afetava a circulação dos trens nas vias intermunicipais.

A previsão é que novas áreas de instabilidade cheguem a São Paulo ainda nesta tarde, o que poderá favorecer a formação de novos pontos de chuva forte na cidade. Segundo o CGE, os próximos dias deverão ter condições climáticas semelhantes, com temperaturas altas ao longo do dia e chuva no fim da tarde.

Trânsito
A chuva também complicou o trânsito na volta para casa do paulistano. Às 17h, a CET registrava 91 km de vias congestionadas em toda a cidade. O índice era considerado acima da média para o horário.

A Marginal Pinheiros, no sentido da Rodovia Castello Branco, era a pior opção para o motorista neste fim de tarde. De acordo com a CET, as filas estendiam por 7,8 km, da Ponte Transamérica até a Ponte Ary Torres.

segunda-feira, 9 de abril de 2012


Previsões do Tempo para o Dia de Hoje


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sábado, 7 de abril de 2012


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domingo, 25 de março de 2012


Frente fria avança pelo Sudeste e provoca chuva em MG e RJ
25 de março de 2012  05h44


Neste sábado, uma frente fria avança pelo Sudeste provocando chuva em praticamente todo o território de Minas Gerais e Rio de Janeiro, organizando instabilidade também sobre o Mato Grosso e Goiás, segundo informações do site Climatempo.
Zona da Mata e sul mineiro, e todo o estado do Rio de Janeiro ficam sujeitas a fortes pancadas de chuva a partir da tarde. Massa de ar de origem polar deixa o tempo aberto no Mato Grosso do Sul e nos estados do Sul, exceto a faixa costeira, que ainda permanece com muitas nuvens. No Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical mantém condições para chuva no Maranhão, norte do Piauí e do Ceará. Massa de ar seco deixa o tempo aberto nas demais áreas próximas; confira a previsão por região.
Região Sudeste
No domingo, o tempo fica chuvoso no centro-norte do Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo. Já no interior de São Paulo, a nebulosidade diminui, o sol predomina e o tempo fica firme, com temperatura amena ao amanhecer. Em todas as demais áreas do Sudeste, o sol aparece, mas a nebulosidade varia bastante ao longo do dia e há previsão de várias pancadas de chuva, principalmente à tarde.
Região Sul
O sol ainda predomina em todo o Sul do Brasil. Uma nova frente fria avança, provocando pancadas de chuva à noite no sul do Rio Grande do Sul. O vento úmido que sopra do mar deixa muitas nuvens e provoca chuva rápida pela manhã no litoral do Paraná e no norte de Santa Catarina. Nas outras regiões não chove. A temperatura fica amena pela manhã em todo o Sul.
Região Centro-Oeste
O dia começa com temperatura amena, mas o sol brilha forte e faz calor e em Mato Grosso do Sul, onde não chove. No sul de Goiás e de Mato Grosso, o sol também predomina e faz calor, mas a nebulosidade aumenta e chove de forma rápida a partir da tarde. Em todas as demais áreas do Centro-Oeste, o tempo continua instável, com muitas nuvens, alguns períodos de sol e pancadas de chuva a qualquer hora do dia.
Região Norte
O sol predomina no centro-sul e no leste do Tocantins, mas o tempo fica abafado, a nebulosidade aumenta e há previsão de algumas pancadas de chuva a partir da tarde. Em todas as demais áreas do Norte, a instabilidade persiste. O sol aparece sempre entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia.
Região Nordeste
Neste domingo, o sol brilha forte e o tempo segue firme na Bahia. Já no litoral leste do Rio Grande do Norte, o céu fica nublado e o tempo chuvoso. No centro-norte e no oeste do Maranhão, no norte do Piauí, no centro-norte do Ceará e no leste da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas, o sol aparece entre muitas nuvens e também chove a qualquer hora. Nas demais áreas do Nordeste, o sol predomina, mas o tempo fica abafado e ocorrem algumas pancadas rápidas de chuva no decorrer do dia.
Terra

terça-feira, 20 de março de 2012

O Fenômeno Físico chamado Chuva


O fenômeno físico 
chamado "chuva"
 
 
A chuva
A umidade relativa do ar
A formação das nuvens
Tipos de chuvas
chuva convectiva
chuva frontal
chuva orográfica
 

 


 


A chuva


 


A energia que faz a chuva vem do sol.


Esquenta e ilumina o planeta provocando evaporação das águas,


fotossíntese e evapotranspiração das plantas, etc.


Esta umidade vai sendo acumulada no ar.


 


A simples existência do calor do sol provoca movimentação das massas de ar


formando alguns tipos de ventos, e a radiação solar diferenciada pelo giro da terra


forma outros, que se misturam e interagem.


 


 Uma quantidade imensa de água paira invisível sobre nossas cabeças.


Está em toda parte, inclusive entre seus olhos e a tela do seu computador.


Entra e sai de nossas narinas, etc..


 


Esta água é denominada umidade relativa do ar.


 


É ela que, sob certas circunstâncias,


forma nuvens e depois cai sob a forma de chuva.


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 A umidade relativa do ar


 


A umidade do ar é dita relativa,


porque se relaciona com a temperatura do ar.


 


Isto se dá de forma diretamente proporcional, ou seja:


 

quanto maior a temperatura do ar, 
maior sua capacidade de conter umidade
 
É fácil percebermos se está alta ou baixa, pendurando roupa úmida no varal, à sombra.
Se a roupa secar logo, é porque "coube" facilmente mais umidade no ar, ou seja,
o ar estava com baixa umidade relativa.
 É importante considerar a velocidade do vento, que quanto maior,
tanto mais renova o ar que passa imediatamente próxima ao tecido,
apressando a evaporação da água.
 
Um dos aparelhos utilizados para medir a umidade relativa,
a que dá-se o nome de psicrômetro,
consta simplesmente de dois termômetros iguais,
mas um deles tem um cadarço úmido envolvendo o seu bulbo.
(A outra ponta do cadarço está num pequeno vaso com água,
para que todo o cadarço permaneça úmido).
 
Seu princípio físico de funcionamento é mais ou menos assim:
quando a água vai evaporando do cadarço,
passa de estado líquido (do cadarço) para o estado gasoso (para o ar).
Nesta passagem de estado,
há um consumo de energia térmica.
Este mesmo processo é utilizado por algumas espécies de animais,
para que possam perder calor, o que chamamos comumente de suor.
 
Para se saber então, a umidade relativa do ar naquele momento,
basta que se tome a diferença de temperatura entre os dois termômetros,
e se confira o resultado em uma tabela pré-estabelecida
que relaciona a temperatura com a umidade.
Daí, obtemos a chamada Umidade Relativa do Ar.
 
Veja em "A formação das nuvens" abaixo,
como é que ocorre o processo inverso,
em que a umidade relativa do ar volta a ser água novamente.

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A formação das nuvens


 


As nuvens se formam pela perda da capacidade do ar de conter umidade.


 


Isto ocorre normalmente,


quando massas de ar que estão com alta umidade relativa,


sofrem resfriamento.


 


Na atmosfera, isto se dá normalmente pela elevação destas massa de ar.


 


Ao subir, o ar vai se expandindo pela diminuição da pressão atmosférica.


Esta expansão, desconcentra calor, resfriando-o.


 


À medida que o ar vai se resfriando,


ele vai perdendo a capacidade de conter umidade,


ou seja,


sua umidade relativa vai aumentando até chegar a 100% da sua capacidade.


Daí para frente, a umidade começa a aparecer sob a forma de pequenas gotículas de água


que pairam no ar, levadas pelos ventos.


 


Quando o fenômeno ocorre a certa altura, chamamos de nuvem,


quando está próximo do chão, chamamos de neblina, serração, névoa, etc..


 


Se o processo continuar se intensificando,


haverá a precipitação da umidade em forma de chuva.


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Tipos de chuvas


 


É muito simples identificar os tipos de chuvas, e prever sua ação e duração.


Veja a seguir:


 


A elevação das massa de ar, na América do Sul, ocorrem comumente de três formas,


as quais originam os três tipos básicos de chuva.  São eles:


 

Chuva 
Convectiva

 


Características: típica chuva de verão, com grande intensidade 


e curta duração (é menos comum no inverno). 


Pode produzir ventos locais e muitos raios.  Ocorre pela formação de "corredores" verticais de ar, provocados pela elevação de massas de ar quente


 


Como se forma: quando o sol aquece a terra, formam-se células convectivas. 


Estas células são imensas massas de ar aquecido na superfície da terra, 


que iniciam uma subida em algum local. 


Esta subida tende a puxar para cima mais ar aquecido da superfície da terra. 


O ar aquecido que está subindo empurra para cima e para os lados o ar que está acima dele.  Acelera-se o processo como numa ampla e gigantesca chaminé.


 Por isto, estas nuvens tem um formato típico de cogumelo


São muito grandes, podendo ter dezenas de quilômetros de diâmetro, 


e vários quilômetros de altura. 


 


Podem ocorrer isoladas (com céu azul em volta), 


o que é facilmente observado por pessoa que não esteja sob a imensa nuvem. 


 


Quando o processo produz nuvens muito altas e de grande energia cinética, 


criam ambiente ideal para formação de granizo.


 


Apresentam grande atividade elétrica interna, 


com infinidades de raios e violentos ventos verticais e turbulências diversas. 


São um enorme perigo para aeronaves.


Podem produzir grandes diferenças de potencial elétrico com a terra, 


possibilitando intensa ocorrência de raios.


É uma nuvem muito sonora e relampagueante.


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Chuva 
Frontal

 


Características: é uma chuva de menor intensidade, com pingos menores, e de longa duração.   Pode ocorrer por vários dias, 


apresentando pausas e chuviscos entre fases mais intensas.


 


Na metade sudeste do continente, pode ocorrer em qualquer época do ano, mas tem maior duração nos meses frios, quando os fenômenos atmosféricos são menos intensos.


 Pode produzir ventos fortes e grande quantidade de raios. Ocorre em uma imensa área simultaneamente.


 

Como se forma: ocorre pelo encontro de duas grandes massa de ar. 
Uma quente e úmida, estacionária ou vinda do quadrante norte, 
outra fria, vinda do quadrante sul. 
A frente fria, mais densa, entra por baixo, 
levando para cima a massa de ar quente. 
Quando esta massa de ar quente possui elevada umidade relativa, 
a chuva é iminente. 
 
A intensidade dos fenômenos (chuvas, ventos, raios), 
depende da intensidade dos elementos envolvidos 
(velocidade dos deslocamentos, umidade e temperatura das massas de ar).
Frentes frias ocorrem comumente a cada 6 a 8 dias, 
e poderão ou não provocar chuva.
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Chuva 
Orográfica
 
Características: ocorre quando uma nuvem encontra um alto obstáculo em seu caminho, como uma grande elevação do terreno, cadeia de morros, serra, etc.
 
Como se forma: para a massa de ar transpor o obstáculo, é forçada a subir. 
Aí ocorre aquela velha história: ar que sobe é ar que se expande pela menor pressão atmosférica, e ar que se expande é ar que "dilui" calor.   Massa de ar que perde calor, perde junto a capacidade de conter umidade, o que gera nuvens e em segmento, chuva. 
Daí a grande incidência de nebulosidade e chuvas, muitas vezes torrenciais, 
nas altas encostas dos morros.
 
Estas nuvens podem provocar tempestades elétricas perigosas, 
pela proximidade da terra com as nuvens, sobretudo quando ocorre juntamente com outro tipo de chuva (frontal, convectiva).

FONTE: http://www.cepen.com.br/chuvas.htm
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


O que Publicam os Principais Jornais do País (Sinopse Radiobras) do DIA em que você acessar este Blog


Independentemente da data desta postagem, para ler o Resumo das NOTÍCIAS de HOJE e de todos os dias seguintes, basta clicar neste LINK: 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Onda de frio na Europa mata

 220; 138 só na Ucrânia e 

Polônia
03 de fevereiro de 2012  13h45  atualizado às 13h51

Fotos


Com o frio intenso desta sexta-feira, um homem ficou com a barba congelada ao circular pelas ruas de Belgrado, na Sérvia. Foto: Reuters
Com o frio intenso desta sexta-feira, um homem ficou com a barba congelada ao circular pelas ruas de Belgrado, na Sérvia

Foto: Reuters

Ao menos 220 pessoas, muitas delas pobres e sem domicílio fixo, morreram na Europa em consequência da atual onda de frio, principalmente na parte oriental do continente, onde só a Polônia e a Ucrânia registraram um total de 138 falecimentos.

Além disso, na Rússia, onde as temperaturas se situavam por volta dos -25º em Moscou e rondavam os -50º em Yakutia (Sibéria oriental), as autoridades contabilizaram 64 mortos de frio desde 1 de janeiro, segundo o ministério da Saúde, citado nesta sexta-feira pela agência Interfax.
Ao menos 101 pessoas morreram por causa do frio que atinge a Ucrânia desde 27 de janeiro, indicou nesta sexta-feira o ministério ucraniano de Situações de Emergência em um comunicado. "Durante o período de grande frio, 101 pessoas morreram, 11 delas no hospital, 64 foram encontradas nas ruas e 26 em seus domicílios", indicou o ministério.
Uma estimativa anterior divulgada na quinta-feira contabilizava 63 mortos. O ministério indicou que as temperaturas não devem aumentar imediatamente, com temperaturas mínimas noturnas entre os -25º e os -30º Celsius, e diurnas entre -16º e -21º. Há uma semana, uma onda de frio atinge a Europa Central e Oriental, provocando dezenas de vítimas, sobretudo na Ucrânia, Polônia e Romênia.
O frio deixou outras oito vítimas na vizinha Polônia, onde as temperaturas caíram até os -35 graus no sudeste. No total, desde o início da onda de frio, na sexta-feira, 37 pessoas morreram de hipotermia, segundo a polícia. No inverno boreal passado, 212 pessoas morreram de frio na Polônia.
Na Romênia, foram registrados mais dois mortos nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 24 desde o dia 26 de janeiro, segundo o ministério da Saúde. Na Sérvia, que marca temperaturas de -36 graus, o frio deixou sete mortos no fim de semana e milhares de pessoas seguem bloqueadas em povoados isolados pelas fortes quedas de neve. Os serviços de resgate tentavam fornecer ajuda aos mais isolados.
Na Bulgária, foram registrados mais seis mortos, homens de 52 a 66 anos, indicou a imprensa nesta sexta-feira. O total de mortos chega a 16, segundo um cálculo da AFP, num momento em que não há informações oficiais. A maioria dos falecidos neste país, o mais pobre da União Europeia, são pessoas idosas que se perderam nos arredores de seu povoado ou esperando um ônibus.
Na República Checa, um homem de 59 anos foi encontrado morto na quinta-feira fora de sua casa, em um povoado do sudeste do país. A polícia acredita que caiu e não conseguiu se levantar. Na Eslováquia, morreu outra pessoa elevando o total de falecimentos a três.
Estônia e França registraram seus primeiros falecimentos. Um homem foi encontrado morto de frio em uma rua da capital da Estônia, enquanto um doente de Alzheimer de 82 anos faleceu no povoado francês de Lemberg (leste), após sair de sua casa de pijama. Na Itália, foram registrados três mortos, após a descoberta na noite de quinta-feira de um sem-teto morto em Milão.
Em Roma, os moradores experimentaram apenas seu segundo dia de neve nos últimos 15 anos, com flocos brancos cobrindo palmeiras, antigas ruínas romanas e igrejas barrocas por toda a capital. Até cinco centímetros de neve caíram em alguns distritos, e monumentos antigos, como o Coliseu, foram fechados para os visitantes por medo de danos as suas estruturas.
As temperaturas na região alpina de Piemonte, no norte da Itália, caíram tanto que chegaram a -30º Celsius, e os motoristas foram aconselhados a evitar regiões no centro do país devido à forte nevasca e aos problemas de tráfego causados pelo clima.
A Grã-Bretanha se preparava para a neve depois que as temperaturas caíram a -11º Celsius durante a noite em Chesham, no sudeste da Inglaterra, e as autoridades alertavam que o frio poderia atingir as pessoas de surpresa depois de um inverno mais quente que o normal até agora.
AFP